Quem foi Augusto Ruschi?
Cientista, agrônomo, advogado, naturalista, ecologista, conquistou reconhecimento internacional.

Seu nome foi dado ao mais importante prêmio da Ecologia Nacional. É o Patrono da ecologia no Brasil e um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente.

O interesse pelo estudo de plantas e animais, desde a infância, permitiu que conhecesse a fundo diversos ramos da biologia, tornando-se especialista em beija-flores e orquídeas do Brasil, tendo repercussão no exterior. Foi Professor Titular da UFRJ e pesquisador do Museu Nacional. Por força de suas pesquisas também deixou grande coleção de fotografias e produziu inúmeros desenhos científicos. Ajudou no combate a pragas na agricultura, na implantação de diversas reservas ecológicas brasileiras.

Sua vida foi dedicada às descobertas, defesa e estudo das espécies brasileiras, além da visão ecológica preservacionista pioneira que o consagrou mundialmente.

Ainda na primeira metade do século XX, Augusto Ruschi realizava excursões pelo Brasil e polemizava com personalidades acadêmicas, políticas e empresariais muitas questões relevantes sobre a importância de se pensar o homem e a natureza numa relação respeitosa e sustentável. Foi o pioneiro do manejo sustentável das florestas tropicais, da agroecologia, do controle biológico de doenças tropicais e zoonoses, das denúncias sobre o perigo dos agrotóxicos.

Lutou e trabalhou incansavelmente, a fim de que se tomassem as medidas de contenção da poluição e da destruição - que ainda perduram - mas que muito depois do alerta do pioneiro passam a ser encaradas como prioridades.

Deixou-nos uma vasta obra escrita com 450 trabalhos e 22 livros, 2 instituições científicas - Museu de Biologia profº Mello Leitão e Estação Biologia Marinha Ruschi, 1 fundação - Fundação Brasileira de Conservação da Natureza, várias reservas entre as quais o Parque Nacional do Caparaó, e um dos maiores acervos de informações existentes sobre a floresta Atlântica.



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